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	<title>admin, Autor em Dra. Vandréa Souza - Nefrologista Pediátrica em Caxias do Sul</title>
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	<description>Saúde do trato urinário de crianças e adolescentes. Atendimento nefrológico a pacientes de 0 a 17 anos. Dra. Vandréa Souza - Nefrologista Pediatra - Nefropediatra - Nefrologista Pediátrica em Caxias do Sul</description>
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	<title>admin, Autor em Dra. Vandréa Souza - Nefrologista Pediátrica em Caxias do Sul</title>
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		<title>Xixi na Cama</title>
		<link>https://vandreanefro.com.br/xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 17:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é um problema comum?</strong></p>
<p>O xixi na cama, ou enurese de acordo com a terminologia científica, é muito comum.</p>
<p>Aflige 5-10% de crianças com menos de dez anos de idade, e algumas crianças mais velhas e adolescentes também. É comum em todas as culturas e entre todos os grupos sociais. Os meninos são um pouco mais afetados do que as meninas.</p>
<p><strong>Quais são as causas?</strong></p>
<p>As ideias antigas sobre a enurese como um distúrbio psiquiátrico são falsas. Normalmente, quando uma criança molha a cama, nem os pais nem a própria criança têm culpa.</p>
<p>Pesquisas atuais mostraram que a enurese noturna tem três causas principais:</p>
<p>1) quase todas as crianças enuréticas são difíceis de despertar do sono (sono pesado),</p>
<p>2) muitas crianças enuréticas têm rins que produzem muita urina durante a noite, e</p>
<p>3) a bexiga urinária de muitas dessas crianças é bastante “irritável” e contrai com muita facilidade. Além disso, a enurese é muitas vezes herdada dentro da família.</p>
<p><strong>A enurese é prejudicial?</strong></p>
<p>O corpo não é prejudicado pela enurese. Dormir em lençóis molhados não causa, por exemplo, infecções do trato urinário. Mas muitas crianças com enurese sofrem de baixa auto-estima, o que pode ser socialmente incapacitante.</p>
<p><strong>Será que meu (minha) filho (a) vai resolver esse problema quando ele (a) crescer?</strong></p>
<p>Sim, o problema geralmente desaparece por si só, mas pode levar muitos anos. Assim, para uma criança que faz xixi na cama com seis anos ou mais, incomodada com sua situação, o tratamento ativo deve ser iniciado.</p>
<p><strong>Como tratamos?</strong></p>
<p>Medidas gerais</p>
<p>Estimular que a criança tenha hábitos corretos de ingesta hídrica e de micção. A criança deve ir ao banheiro pelo menos seis vezes ao dia (ao acordar, no meio da manhã, na hora do almoço, no início da tarde, ao jantar e ao deitar-se) e beber mais água pela manhã e durante o dia.</p>
<p>Crianças que também sofrem de incontinência urinária diurna devem receber ajuda para a última condição primeiro, antes de tratar a enurese.</p>
<p>Os pais devem explicar à criança que a enurese noturna não é culpa dela. É de extrema importância que a criança não restrinja suas atividades sociais por causa da enurese.</p>
<p><strong>Tratamento Ativo</strong></p>
<p>Existem duas alternativas de tratamento de primeira linha com efeito comprovado: o alarme de enurese e o medicamento desmopressina (DDAVP®). O alarme é um dispositivo que emite um sinal sonoro quando a criança faz xixi na cama e aos poucos a ensina a reconhecer os sinais do próprio corpo, enquanto a desmopressina reduz a quantidade de urina produzida à noite pelos rins.</p>
<p>Aproximadamente 75% de todas as crianças que fazem xixi na cama ficam secas com esses métodos. As demais devem procurar ajuda em uma clínica de nefrologia pediátrica, onde uma terapia mais avançada pode ser oferecida. Quase todas as crianças com enurese ficarão secas com o tratamento correto!</p>
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		<title>Doença Renal Policística</title>
		<link>https://vandreanefro.com.br/doenca-renal-policistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 17:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença renal policística é causada por um defeito genético, no qual muitos cistos preenchidos com líquidos se formam em &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://vandreanefro.com.br/doenca-renal-policistica/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A doença renal policística é causada por um defeito genético, no qual muitos cistos preenchidos com líquidos se formam em ambos os rins. Os rins aumentam de tamanho, mas apresentam menos tecido em funcionamento.</p>
<p>Em fases iniciais as pessoas são assintomáticas ou têm sintomas leves. Outras podem ter dor no flanco, sangue na urina, hipertensão arterial e cálculos renais.</p>
<p>O diagnóstico se baseia em exames de ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética dos rins.</p>
<p>Os cálculos renais e as infecções são tratadas, mas mais da metade das pessoas afetadas acabam precisando de diálise ou de transplante de rim.</p>
<p>Há vários defeitos genéticos que causam doença renal policística. Vários tipos são causados pelo gene dominante e um tipo raro é causado por um gene recessivo. Ou seja, uma pessoa com essa doença herdou um gene dominante de um dos progenitores, ou dois genes recessivos, um de cada progenitor. Pessoas que herdaram o gene dominante normalmente não têm sintomas até a idade adulta. As pessoas que herdaram o gene recessivo desenvolvem doença séria na infância.</p>
<p>O defeito genético conduz à formação maciça de cistos nos rins. O aumento gradual dos cistos com a idade é acompanhado de redução do fluxo sanguíneo e de um processo de cicatrização no interior dos rins. Os cistos podem infeccionar ou sangrar. Cálculos renais podem se desenvolver. A doença renal crônica pode acabar surgindo. O defeito genético também pode fazer com que apareçam cistos em outras partes do corpo, como no fígado e no pâncreas.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Na forma recessiva rara dessa doença, que começa durante a infância, os cistos tornam-se muito grandes e fazem com que o abdômen aumente de volume. Um recém-nascido gravemente afetado pode morrer pouco depois do nascimento, pois a insuficiência renal pode aparecer no feto, levando ao subdesenvolvimento dos pulmões. O fígado também é afetado e, entre cinco e dez anos de idade, uma criança com essa doença tende a desenvolver hipertensão portal ou hipertensão nos vasos sanguíneos que ligam o intestino e o fígado (sistema portal). É possível que ocorra o surgimento de insuficiência hepática e de doença renal crônica.</p>
<p>Na forma dominante e mais comum da doença renal policística, os cistos se desenvolvem lentamente em número e tamanho. Tipicamente, os sintomas começam no início ou meio da idade adulta, mais frequentemente em pessoas com vinte e poucos anos. Algumas vezes, os sintomas são tão leves que as pessoas com a doença viverão toda a vida sem mesmo saber que tinham a doença.</p>
<p>Dentre os sintomas estão o desconforto ou dor do lado (flanco) ou abdominal, sangue na urina, micção frequente e dores intensas em cólica devido a cálculos renais. Em outros casos, a pessoa pode sentir fadiga, náuseas e outras consequências da doença renal crônica, porque tem menos tecido funcional nos rins. Cistos podem se romper, causando uma febre que poderá durar por semanas. Infecções do trato urinário repetidas podem agravar a doença renal crônica. Pelo menos metade das pessoas com doença renal policística é hipertensa no momento que a doença é diagnosticada.</p>
<p>Complicações<br />
Cerca de um terço das pessoas que possuem a forma dominante da doença renal policística têm também cistos no fígado, mas estes não afetam o funcionamento hepático. As pessoas também podem desenvolver hérnias abdominais ou protuberâncias da parede do intestino grosso (diverticulose) e apresentar problemas de válvulas cardíacas. Até 10% das pessoas apresentam dilatação dos vasos sanguíneos (aneurismas) no cérebro. Muitos desses aneurismas cerebrais sangram e provocam acidentes vasculares cerebrais.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
Exames de diagnóstico por imagem</p>
<p>Exames genéticos</p>
<p>O médico suspeita dessa doença a partir do histórico familiar ou se um exame de imagem feito por outro motivo evidenciar um aumento no tamanho dos rins e cistos nos rins. Ultrassonografia e tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) revelam o aspecto característico dos cistos nos rins e no fígado. Mesmo se a pessoa tiver um histórico familiar de doença renal policística, é possível que os médicos não solicitem testes diagnósticos até que os sintomas ocorram, porque não existe tratamento eficaz antes do início dos sintomas, e ser diagnosticado pode ter efeitos negativos (por exemplo, dificuldade de conseguir seguro de vida).</p>
<p>Existem exames genéticos disponíveis para ajudar as pessoas com doença renal policística a compreender que é provável que seus filhos herdem a afecção.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Tratamento de complicações e sintomas<br />
O tratamento eficaz das infecções das vias urinárias e pressão sanguínea alta retarda a taxa de destruição do rim. Geralmente, inibidores da ECA e bloqueadores dos receptores da angiotensina são usados para controlar a pressão arterial. Contudo, mais da metade das pessoas com esta doença desenvolvem doença renal crônica com doença renal terminal em algum momento durante a vida e requerem diálise ou transplante renal.</p>
<p>Se o cisto causar dor intensa, o médico pode tentar drenar o fluido do cisto (aspiração). A aspiração pode aliviar a dor, mas não afeta o prognóstico a longo prazo da pessoa. Se os sintomas forem muito graves, pode ser necessário remover o rim.</p>
<p>Uma classe mais nova de medicamentos denominada inibidores do alvo da rapamicina em mamíferos (mammalian target of rapamycin, mTOR) pode retardar o aumento do tamanho do cisto, mas esses medicamentos parecem não retardar o declínio da função renal, por isso normalmente não são usados. Tolvaptana é um novo medicamento que está sendo estudado no tratamento da doença renal policística.</p>
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